quinta-feira, 3 de maio de 2012

nunca fiz algo tão concreto

 
MARRETA


INSEGURANÇAS INIMIGOS DOENÇAS DORES PERIGOS
COMODISMO MORTE PERDAS CERTEZAS INDECISÃO

MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO
DO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO M
MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO
DO MEDO MEDO MEDO DEMO MEDO MEDO MEDO M
MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO
DO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO M
MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO MEDO

TOME O LEME
DOME O MEDO
MUDE O RUMO
BOTE O MURO
A
B
A
I
X
O

4 comentários:

Anônimo disse...

Fantástico!É a situação do brasileiro. Vive com medo. Precisamos de programas sociais para a classe média. O faroeste tem de terminar no Brasil (ou ao menos diminuir)para que o medo acabe (ou diminua).
Leozzi

Elenilson Nascimento disse...

Irmão, confira aqui: http://poemasdemilcompassos.blogspot.com.br/

Abração

Seu fã

elabeauty disse...

MAGNIFICO!! E PARA MIM, ADAPTA-SE COMPLETAMENTE A PORTUGAL!!! OBRIGADA POR ESTE POEMA!
DOME O MEDO.... ADORO ESTE JOGO DE LETRAS E PSICOLOGICO! DOMAR O QUE TOLHE E MATA!!

elabeauty disse...

ALESSANDRO....você ama a palavra e a forma adoro este final à Guillaume Apollinaire: "façon Caligrammes"!!
Sou sua fã!
maria josé dias